Adotar um estilo de condução suave e previsível que os passageiros sentem e avaliam.
Adotar um estilo de condução suave e previsível que os passageiros sentem e avaliam.
A suavidade sente-se no corpo do passageiro: arranques progressivos, travagens antecipadas e curvas feitas sem pressa. Cada solavanco é registado, mesmo que o passageiro não diga nada.
Antecipe semáforos e filas para evitar travagens tardias. Conduzir com os olhos longe é o segredo técnico de toda a condução confortável.
Respeitar limites é o mínimo; ajustar a velocidade ao contexto é o nível seguinte. Em ruas estreitas, zonas de escolas e dias de chuva, abrandar é uma demonstração de cuidado.
Um passageiro que se sente seguro relaxa e avalia melhor. Um passageiro agarrado ao banco, mesmo sem qualquer perigo real, raramente dá cinco estrelas.
Crianças, idosos e pessoas enjoadiças exigem suavidade redobrada. Acelere e trave com ainda mais antecedência e avise antes de lombas ou curvas apertadas quando fizer sentido.
Pergunte a passageiros idosos se precisam de mais tempo para entrar e sair, e posicione o carro junto ao passeio para facilitar o acesso. Estes cuidados ficam na memória.
A condução suave gasta menos combustível, menos travões e menos pneus. O estilo que os passageiros preferem é também o estilo mais barato de manter.
Ao fim de um ano, a diferença de custos entre um condutor brusco e um condutor suave é significativa. Conforto e economia, neste caso, apontam exatamente na mesma direção.
Condução suave é antecipação: olhar longe, acelerar devagar e travar cedo. Os passageiros sentem-na no corpo, as avaliações refletem-na e a carteira agradece-a no fim do ano.